A hecatombe de uma vida
Sempre se traduz em vastidão,
Mas a limitação de um ato falho,
Torna-se a clara evidência
Da epifania humana.
Se é claro e óbvio
Por que não observar?
Respeitar por tradução
Do que se diz querer.
O sentir do poder,
Orientar-se não só por si.
Mas entender a amplitude,
Das coisas vitais que se entrelaçam.
Se é dificultosa a estrada
A perseguição é inevitável,
É tranqüilo entender que o que pode
Torna-se necessário.
Se mesmo em torno de notas falsas,
Há sempre especulação,
Por que não então,
Acalmar os fatos e manter-se no lado bom?
Ao agradar o desagrado?
Destilando sabor de fel em bocas alheias,
Apenas veja e decida o que mais te importa,
E se na balança pender para um lado diferente
Alerte-se.
Há de haver entendimento,
Mesmo após guerras e sangue,
De que um ato sozinho não mancha a vida,
Mas a falta de uma atitude destrói todo um ser.
DR.
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